- Depoimentos -

Muito obrigada a todos por estarem conosco (fisicamente ou em pensamento e oração) nesse dia tão difícil! Meu pai foi um ser humano especial. Para mim, era o melhor. NUNCA o vi triste ou mal humorado. Sempre positivo, pronto para ajudar qualquer pessoa. Iluminava minha vida (e acredito que todos os lugares por onde passava). Cuidava de nós (e de seus pacientes) com o maior amor que pode existir e tenho certeza que lá do céu ele continuará nos auxiliando e nos inspirando a sermos seres humanos melhores (assim como ele foi). Muito obrigada, meu pai, por ter me dado a honra de ser sua filha. Fomos felizes.
Veridiana Ozaki
Que Deus o abençoe e o proteja na espiritualidade. Ele fez jus a receber toda ajuda. Sua integridade como pessoa, sua humildade, seu companheirismo, sua postura sempre ética, sua bondade e sua retidão de caráter são méritos que leva desta existência profícua que o marcou nesta romagem terrestre. Deixa saudades. Mas a vida é eterna. Com certeza nos reencontraremos.
Dr. José Ricardo
Sinto muito a perda do Maizena... Foi meu vizinho de quarto na Casa do Estudante e meu companheiro de bebedeiras e voltas à pé do "Três Garçons" até à Faculdade (ele não tinha carro na época)... Um japonês diferente... Mais alto que a média, bom de copo, só gostava de brasileiras e um detalhe: NUNCA o vi triste ou mal-humorado... Sempre risonho e contando coisas engraçadas... Mas, é isto... A vida é curta e acaba ... Ele sempre foi um dos meus melhores e mais divertidos amigos da Turma... Fiquei muito triste...
Dr. Sebastião Araújo
Já é mais de uma da madrugada. Estava eu aqui estudando um processo e elaborando uma inicial, quando resolvi buscar no instagram uma informação e eis que um dos primeiros posts que me deparei foi da querida @verimuch, filha do querido e inesquecível, médico, amigo, cliente, um verdadeiro parente do coração com o qual convivi a minha vida toda, Dr. Sergio Ozaki. Quando eu fiquei grávida, ele foi a primeira pessoa que soube e no mesmo instante ele me tratou não somente como médico, humano e generoso que sempre foi, mas prontamente se colocou a minha disposição até para me ajudar a contar para minha família (afinal eu tinha apenas 18 anos). Tenho muito orgulho em dizer que foi ele quem fez meu pré-natal e depois o parto. Apesar da pouca idade e de todos os percalços emocional que rodeou a situação eu me senti segura e amparada pelos seus préstimos de médico e de amigo. Agora me lembro das muitas vezes em que falava com ele por telefone que alguma pessoa da família estava com qualquer sintoma e em menos de 30 minutos lá estava ele pra socorrer: meus avós, meus pais. Só agora me dei conta que ele não vai estar mais presente fisicamente. Com certeza essa foi uma das grandes perdas que 2020 nos trouxe. Fico feliz em saber desta merecida homenagem e da inauguração da farmácia. Assim, mesmo não estando no nosso plano, o seu nome continuará a ser lembrando exatamente da forma como ele sempre fez: trazendo o remédio físico, imantado de toda a energia de amor que ele dedicava a sua profissão. Fica aqui minha gratidão por tudo!!!
Dra. Adriana Perroni
É com o coração triste, mas na alegria da certeza da ressurreição que hoje, 2 de outubro de 2020, recebemos a notícia do falecimento do nosso amigo Dr. Sérgio Ozaki, médico que por mais de um década cuidou da saúde física do Servo de Deus Roberto Giovanni e autor de sua primeira biografia, "Uma Obra Inacabada". Muito obrigado, Dr. Sérgio, pelo cuidado que o senhor sempre prestou ao Servo de Deus Roberto Giovanni, por ajudar a conservar a sua memória viva e pelo seu empenho no processo de beatificação. Graças a sua iniciativa de conservar e publicar as cartas dos Servo de Deus Roberto Giovanni, hoje podemos conhecer um pouco mais da riqueza espiritual contida em seus escritos. "Aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola. Senhor, para os que creem em vós, a vida não é tirada, mas transformada. E, desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível." (Prefácio dos Mortos I - A esperança da ressurreição em Cristo) Descanse em paz, Dr. Sérgio Ozaki!
André Santos
DESCANSE EM PAZ, DR. SÉRGIO OZAKI CUIDOU DO MEU PAI ATÉ O ÚLTIMO MINUTO! Grande homem, grande profissional, grande amigo. MUITO OBRIGADO POR TUDO. QUE DEUS CONSOLE A FAMÍLIA LINDA QUE ELE FORMOU!
Dr. Roberto Bittencourt Júnior
Luto por uma pessoa tão especial, ótimo profissional, que ajudou tantas pessoas e cuidou de tantas sem se preocupar se tinham ou não dinheiro. Aqui fica nossa gratidão por tudo, e por nos ter dado a oportunidade de conviver com um ser de luz! Deus abençoe e console a família!
Dra. Daniela Ferreira Borzani
Olha só Veri Ozaki seu papai maravilhoso e amado por todos nós de Casa Branca, em uma das festas de confraternização de final de ano do posto de saúde. Ele e sua mãe Dra. Lúcia sempre faziam questão de compartilhar com os funcionários de todas as funções (eu disse todas as funções do posto de saúde) seus compromissos de amizade e profissionalismo impecáveis. Nos chamavam para comer pizza na sua casa (nós, filhos de funcionários escriturários entre outros podíamos brincar com os filhos dos médicos e o Dr. e a Dra. faziam pizza para a gente comer... você lembra, Veri? Éramos crianças, talvez o Serginho se lembre... fiz judô com ele... que tempo bom, que delícia 💗). Uma vez, o Dr. Sérgio e a Dra. Lúcia ganharam um garrote em uma rifa. E então eles fizeram um grande churrasco com todos os funcionários da saúde, foi uma grande festa... eu era pequena, tinha uns 10 anos de idade, mas lembro com carinho do Dr. Sérgio nos servindo na churrasqueira. As campanhas de vacinação organizada pela Dra. Lúcia eram perfeitas, todos os funcionários se comprometiam, era um verdadeiro sucesso a maneira como a Dra. conduzia tudo... grande enfermeira, cuidava dos necessitados, crianças doentes com as próprias mãos... verdadeira ENFERMEIRA. Dr. Sérgio, grande médico, humano, sociável e que nos faz muita falta. Quantas vezes cuidou da minha mãe, cuidou de mim, da minha irmã e até meu pai. Uma das minhas sobrinhas nasceram em suas mãos. Receba todo nosso amor, Dr. Sérgio, e para sua família só tenho a dizer que Casa Branca teve um médico de verdade. O senhor vai morar para sempre no meu coração. Tenho muita gratidão por tudo que o senhor fez por nós. Deus abençoe sempre 👏❤️
Ana Paula Velloso
O Sérgio foi medalha de ouro, primeiro lugar na escola.Todos os anos, ele recebia medalha de melhor aluno da classe. No final do ano, nas formaturas, tinha esse momento de destacar os melhores alunos de cada série. Ele sempre recebeu medalhas. Desde pequeno, ele dizia que ia ser médico. Ele participou do SBPC (se não me engano, era reunião anual da Sociedade Brasileira de Pesquisa e Ciência), em que, no final, alguns alunos pesquisadores de escolas estaduais, eram convidados a apresentarem seus trabalhos de pesquisa. Na sétima série, ele apresentou a sistemática dos coleópteros. Embalsamados e classificados, com nomes científicos. Ele foi premiado em terceira colocação. Já na oitava série, ele apresentou uma pesquisa in loco, na horta do quintal, desenvolvimento de uma espécie de borboletas desde o ovo, larva, pupa ou imago. Um trabalho minucioso. Media o tamanho, a coloração dos ovos, a eclosão na fase larvária. Ele as observava diariamente até a fase da pupa. Muito capricho, fotografava tudo. Prendia com uma tela fina, leve de tecido, para não perder as lagartas. Pena que, na época, não tínhamos a ideia de registrar e guardar. Esse trabalho, parece, que foi apresentado no Rio Grande do Sul, se não me engano. Ganhou o primeiro prêmio, uma bolsa de estudo no curso superior. Ele usufruiu essa bolsa na faculdade de medicina em Ribeirão Preto. Estudou no COC e passou no primeiro vestibular. Eu tinha muita proximidade, porque continuamos nossos estudos. No antigo colegial (hoje ensino médio), todos os dias lia jornal se preparando para vestibular. Diga-se de passagem, era muito difícil. Fez a faculdade em Ribeirão e só ganhou o fusca no último ano, porque pedi para meu pai dar um carro, que ele merecia, e quando voltava para casa, em Palestina, ele amava pegar meu fusca para dar voltinhas. Coisas da época.Me lembro como fosse hoje: ele fazendo a pesquisa, lendo jornal. Inesquecível. Vocês e ele estão presentes aqui, pois não os esqueço nas orações. Saudades.
Hilda Ozaki
Hoje o mundo se despede de mais um ser humano incrível! Sempre bem humorado, um ótimo companheiro de viagem e um médico super dedicado! Por aqui fica a gratidão de todos que tiveram a sorte de conviver com você! Agora vai cuidar de todos nós lá de cima. Obrigada Sérgio!
Marina Figueiredo Lima
Ele era engraçado e demais. Era o melhor vô do mundo! Quando nós íamos para a casa do vovô ele ia nadar com a gente e era tão legal. Eu amo demais o vovô!
Cecília, 7 anos, neta de Sérgio
Eu gostava quando o vovô fazia churrasco e brincava com a gente. Ele era o melhor vovô do mundo! Eu não queria que tivesse existido o coronavírus, assim o vovô não teria ido pro céu.
Manuela, 5 anos, neta de Sérgio
Missa de 7º dia na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores de Casa Branca - SP
Diácono Fernando Siqueira e Padre Agnaldo
Missa de 7º dia no Santuário de Nossa Senhora do Desterro de Casa Branca - SP
Padre Eduardo Dóbies
Homenagem do CREMESP aos médicos vítimas da COVID-19.
CREMESP
Imagem do papai (e de outros tantos guerreiros) projetada na parede lateral da antiga sede do Cremesp (rua da Consolação, 753). Agradeço ao tio Celes por ter tirado essas fotos e enviado para mim. PS: Papai, se pudesse, eu faria a você uma homenagem do tamanho do mar 🌊💙🌹 #omeuobrigado #cremesp #sergioozaki #pai @ Rua da Consolação
Veridiana Ozaki
Busca pela beatificação do Irmão Roberto Giovanni passa pela 1ª fase. Reportagem retirada do site G1 datada de 02/10/2012. Aparece na reportagem Dr. Sérgio Ozaki, médico que cuidou por mais de uma década da saúde física do Irmão Roberto e autor da sua biografia "Uma Obra Inacabada". http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2012/10/busca-da-beatificacao-de-irmao-roberto-giovanni-passa-pela-1-fase.html
Site G1
Encontro nove anos após ele trazer meu filho ao mundo! Hoje meu filho é jogador de basquete em Bauru. Ele queria muito ver meu filho na NBA.😭 Ele era muito atencioso com a enfermagem e nossos filhos nasciam todos com ele! Ele torcia muito pelo meu filho! Gratidão!
Eliana Garcia
Não tive muito contato, infelizmente, o conheci quando o Sérgio nos conviduou para um Carnaval. Neste mesmo Carnaval conheci a incrível Veri. Uma família incrível, incrível. Todos são super especiais. A recepção do Dr. Sérgio na casa dele, a hospitalidade, foi algo que chamou atenção, conversou conosco como se conhecesse a gente a tempos. Uma tranquilidade, naturalidade. O sorriso no rosto, era o estado relaxado dele, pelo menos foi essa impressão que tive nesse pequeno convívio. A qualquer momento que o flagrava estava com um sorriso, não era como nós que quando relaxamos temos uma cara mais neutra, era sempre uma presença calorosa e sorridente, foi impressionante. A Veri puxou muito isso dele. Me dói muito saber que ele se foi, por essa energia que tinha sei que são unicas, especiais. Fico agradecido a ele por ter construído uma família formidável, o Sérgio a Veri são duas pessoas que somente alguém muito grande poderia criar.
Eduardo Kotaira
Dr. Sérgio era uma pessoa muito querida. Entre todos os médicos que trabalham na Santa Casa, ele era o único que me chamava pelo meu primeiro nome Argentina. Ele era um ser humano incrível. Está sempre em minhas orações.
Rosa Nogueira
Tantas palavras... poucas para agradecer: obrigado pela amizade. Até breve.
Dr. Ivan Xavier de Lima
O tempo que trabalhamos juntos colhecionei uma infinidade de coisas boas, pois boas lembranças são marcantes e o que é marcante nunca se esquece.
Gumercindo Alberto de Carvalho
Já anestesiei para muitos cirurgiões, um foi o Professor Liberato, outro foi meu amigo Tarcísio e o outro foi o Dr. Sérgio Ozaki. Parecia que era uma brincadeira, operava com prazer e precisão. Foram os três mestres do bisturi que tive a honra de ver operando.
Dr. Marco Antonio Rios Muraro
Convivi com o Sérgio por quarenta anos. Além de cunhado era muito amigo. Compartilhamos muitos momentos felizes. A nossa família estava sempre reunida. Tudo era motivo para comemorar: festas, jantares, passeios e viagens. Gostava de um bom vinho, uma cerveja bem gelada e um bom "papo". A conversa ia longe! Gostava de cozinhar e reunir ao redor de uma mesa! Fazia isso com gosto e como era gostosa a sua comida! Tinha prazer em receber todos. Foi uma pessoa muito especial, agregador e deixa muita saudade. São lembranças que nos fazem bem ao recordá-las.
Maria Cecília Tonzar Ristori Ribeiro
Meu querido Tio Sergio, quanta saudade... Um ser humano especial, trabalhador, alegre, sempre disposto a ajudar os outros e que foi luz na vida de muita gente. Quantas histórias, quantos bons momentos nossa família viveu: viagens, passeios, festas e comemorações. Passei grande parte da minha infância, adolescência e vida adulta indo pra Casa Branca e depois Ribeirão Preto. Marcou muito para mim o Ano Novo de 2019. Havia quebrado o meu pé, não pude ir a uma viagem com minhas amigas e na última hora resolvi ir para Ribeirão Preto com meus pais para o Ano Novo. Meu tio e tia prontamente providenciaram o convite para o local onde passariam a virada e durante os dias que estive por lá fizeram de tudo pra me agradar e alegrar. O Tio foi o meu companheiro enquanto minha tia, prima e mãe iam às compras e passeavam no shopping. Não esqueço de nossas conversas nas poltronas do shopping e no H2chopp. Me chamava de "Luciana Pavarotta". Rs Você cumpriu sua missão aqui na terra e daí de cima estará sempre nos inspirando, guiando e protegendo. Um grande beijo com muito carinho. Até um dia! Ps: Está fazendo muita falta por aqui. ❤️
Luciana Tonzar Ristori Ribeiro
Quando o visitei em Ribeirão.
Dr. Aulício
Todos que convivem comigo sabem que eu adoro uma festa, ainda mais quando é do meu aniversário. Fico muito agitada com os preparativos, gosto de agradar os amigos e familiares. Quero que o momento seja de alegria e eterno nas recordações. Tenho muitas lembranças desses eventos e a primeira delas, que considero especial, é a do meu aniversário de 4 anos. Acreditem... Eu lembro dessa festa! Neste ano ganhei os melhores doces de aniversário que uma criança poderia ter. Eles eram lindos! Num formato diferente, quadrados e grandes. Tinham o desenho dos personagens Mickey, Minnie, Pateta, Pluto e Pato Donald. Eram perfeitos! Lembro muito claramente quando aquela caixa se abriu e eu vi essas belezinhas. Meus olhos brilhavam e me senti amada. Lembro muito claramente quando o meu querido Padrinho Sérgio me entregou aquela caixa e abriu para me mostrar aquelas belezinhas em forma de doce. Meus olhos brilhavam e realmente me senti amada... Sim, aquela festa foi especial justamente por esse gesto que me emociona até hoje. Provavelmente ele não imaginava que eu iria gostar tanto! Ainda encontrarei uma foto desse momento. Mas enquanto isso, compartilho fotos de aniversários bem posteriores.
Juliana Tonzar Ristori Ribeiro
Foi difícil achar o que mais me marcou, porque todos os momentos que, juntos passamos, foram marcantes pela solicitude e prazerosos. Estou te enviando algumas fotos, a da caixinha foi uma lembrança inesquecível. Numa noite, no Mamma Mia, seu pai nos apresentou esta caixinha e perguntou: “O que acha que é isto?”. Mais que depressa, respondi: “Um tesouro”. Ele, muito feliz, respondeu: “É isto mesmo, Marlene” e, para surpresa nossa, abriu e nos presenteou com uma foto do Irmão Roberto, que, em seu verso, plastificada, consta a sua relíquia. A primeira relíquia que obtivemos do Irmão Roberto. Foi uma benção em nossa vida e muito nos utilizamos desta imagem do Irmão Roberto com esta relíquia em nossas orações. Muito obrigada por tudo, mas mesmo, de coração. É inesquecível o amor do teu pai, a nossa amizade e a felicidade com que ele sentia em estarmos juntos sempre com a Lucinha. A Lucinha que sempre fazia parte de todos os momentos. Um grande abraço. Fica com Deus.
Marlene Lucchesi
Trabalho no Centro de Reabilitação de Casa Branca. Trabalhei com dr. Sérgio por mais de 27 anos aqui. Envio algumas fotos que tenho. Maravilhosa a iniciativa dessa homenagem. Seu pai foi realmente um homem de muita luz. Muito triste ter partido dessa forma. Abraço
Natália Fioratti Verotti
Sérgio Ozaki, médico do Centro de Saúde de Casa Branca, destacou-se muito pela sua eficiência médica nesse Centro de Saúde assim como também, no seu Consultório particular, no qual fui sua cliente. Em Mogi Mirim, o ex-prefeito, Carlos Nelson, convidou meu irmão, Gionei Gomes da Silva, para administrar o ERSA de Mogi Mirim; visto ter feito também, um excelente trabalho como médico, no Posto de Saúde em Estiva. José Aristodemo Pinotti, Secretário de Saúde em 1988, observando a eficiência desses dois médicos, os indicou para fazerem um Pós-graduação na UNICAMP. Dr. Sérgio e o Dr. Gionei, se tornaram grandes amigos. Meu irmão, Gionei, ficou muito chocado e muito triste com a perda desse grande amigo. Eu também senti demais a perda dele. Dr. Sérgio diagnosticou um problema em mim o qual sentia um estofamento no abdômen, como se tivesse uma bexiga inflada dentro de mim. Ao fazer um Raio X , Dr. Sérgio confirmou ser uma vesícula em porcelana, isto é, ela toda se tornou uma pedra. Fui tentar ser operada no Hospital do Servidor Público, onde tive meus quatro filhos, pois moramos doze anos em São Paulo. O médico lá, pediu-me para deixar o pedido para fazer a cirurgia pela nova técnica em vídeo laparoscopia. Fiquei no aguardo durante dez anos. Entendendo que ainda não era o momento certo. Até que minha filha, Leda me fez ir ao Consultório do Dr. Sérgio, daí ele me perguntou se já havia sido operada da vesícula. Disse-lhe que não, então ele me perguntou se gostaria de fazer com ele em Ribeirão. De pronto aceitei. Veio num domingo, para saber onde morávamos, foi um encontro muito agradável em família. Meu marido o recebeu muito alegre. Servi um bolo de chocolate recheado que costumava fazer. Num mês de maio, quase cinco horas da " matina ", ele me levou para submeter-me a cirurgia. Graças a Deus que foi tudo bem. Dr. Sérgio foi uma bênção, para minha vida.
Carmi
Contribuição com memorial virtual do Sérgio, que está sempre presente nas minhas orações e sempre vivo nas muitas lembranças. Essa foto foi no Tekinfin em São João da Boa Vista, na última visita em São João. Foi um dia bem agradável, eu e a Lúcia fizemos compras a tarde, Sérgio foi visitar amigos na UNIMED e INSS e, no final da tarde, tomamos um café com pão de queijo com o seu pai. Para encerrar o dia, um bom chopp e pizza no Tekinfin, demos muitas risadas com as histórias que o seu pai contou sobre os plantões no CRCB.
Maristela Ubeda Castilho
Desculpe falar muito, mas vou falar o que eu sinto. Seu pai era uma pessoa tão ocupada, corria atrás de tantas coisas: no Centro de Saúde, na Maternidade, no Hospital. E sempre tinha tempo para os amigos dele, fazia aquelas comidas maravilhosas, cuidava de vocês. Nunca vi uma pessoa tão ocupada que tivesse tempo para atender os amigos, a família, todo mundo. E é isso o que eu sempre admirei nele, uma pessoa extremamente ocupada, nunca deixou de estar com a gente, atendia nós todos quando ficávamos doente. Nossa, cuidou da minha mãe quando ela fez cirurgia, todo dia a tarde, depois que ela saiu do hospital, ele ia em casa, com a sua mãe, tomar um café conosco (comigo e minha mãe que estava lá em casa) com todo carinho. Atendeu minha irmã no natal, porque eu achei que ela estava com apendicite. Na véspera de natal, vocês na ceia, eu liguei e ele foi lá no consultório atendê-la. Não tem o que pague isso, viu Veridiana. Seu pai era extremamente especial, toda a família. A Lúcia também é uma amiga querida, está sempre pronta para o que a gente precisa, trabalhamos juntas, enfrentamos tantas coisas. Graças a Deus e graças ao nosso trabalho, hoje, o SUS é a salvação deste país. Então, queria, por enquanto, falar isso para você, que é de coração, o quanto seu pai era importante. Tinha tempo para tudo: para a Igreja, para o Irmão Roberto, fez o livro, trabalhava dia e noite, final de semana, cuidava da família, levava vocês para Ribeirão para fazer os cursos e sempre cuidou de todo mundo sem discriminação. Não vai existir ninguém parecido com ele, muito especial, muito especial. Você é uma pessoa abençoada por ter um pai desse. Seu pai e sua mãe sabiam muito bem como coordenar a Saúde Pública. Graças a eles, a gente vacinava todo mundo, atendia todo mundo, corria atrás com pouquíssimos recursos e resolvia as coisas. Hoje ninguém resolve mais nada. Eu tenho mais lembranças: das caminhadas para Tambaú que vocês foram (caminhada da fé). Eu e a Lúcia ficamos na sua casa. Vocês chegaram todos machucados. Depois de fazer aquela baita caminhada, ele ainda nos ajudou a fazer as comidas. Eu não esqueço isso. Eu tenho muita saudade. É isso o que eu sinto. Muita falta de vocês, da gente não poder se reunir. Muita falta do seu pai, um homem muito querido. Você é privilegiada pelo pai que teve. Um beijo. Deus te abençoe e proteja.
Rejane Sumera
Conheci o Sérgio e a Lucinha bem antes de me mudar para Casa Branca. Como funcionários públicos da saúde pertencíamos à Regional de Campinas, onde nas reuniões mensais o casal era muito elogiado pelo diretor, Dr. Luiz Carlos Cecílio, pela competência, empenho e dedicação nos trabalhos por eles desenvolvidos no município de Casa Branca. Conviver com eles foi grande privilégio. Além da profissão que nos unia, estabeleceu-se uma forte amizade entre nós. O Sérgio era um curador nato, um ser maravilhoso, humano, sensível, humilde e atencioso para com todos; habitado pelo profissionalismo, dedicação, honestidade, regados com bom humor, amor e fé. Falar do Sérgio é tarefa difícil, pois suas virtudes eram tantas que corremos o risco de omissão. Era realmente um ser humano iluminado que muito nos ensinou com seus testemunhos de vida. O ano de 2019 nos marcou muito, por ter sido um ano no qual vivemos momentos fantásticos juntos ao Sérgio. Conhecemos lugares lindos, degustamos queijos e vinhos deliciosos, além das cervejinhas bem geladas de que tanto gostava. Difícil acreditar que ele não mais se encontra entre nós, ou se encontre, mais que nunca.... Veridiana, Lucinha, Serginho, Mariana, Cecília e Manuela: imensa gratidão pela amizade e por tudo de bom que o Sergio nos proporcionou.
Maria do Carmo Figueiredo Lima
Dr. Sérgio, o marido da amiga que virou amigo. Entre tantos bons momentos que vivemos juntos, eu, a amiga Lúcia, você e outros amigos, teve um especial. Na viagem para Inhotim, entre as várias prosas, lembro sempre de uma em que você mencionou a curiosidade de conhecer a Serra do Rola Moça, que faz parte de um dos trajetos que liga Belo Horizonte ao famoso museu ao ar livre, desde que lera, na adolescência, um poema de Mário Andrade que "poemizava" a origem do nome. No poema, que fez a partir de um conto popular, o poeta "conta" que um casal, após a cerimônia de casamento, cruzava a serra de volta para casa quando o cavalo da noiva escorregou no cascalho precipitando a ambos para o fundo do vale. E que você sempre imaginava a moça do poema rolando pela serra. Achei graça e também imaginei a cena. Desde então, Mário de Andrade, Inhotim e a Serra do Rola Moça me trazem a sensação boa de nossa amizade. Obrigada por tudo.
Maria Cristina de Freitas Scardazzi
Antes de conhecê-lo ficava impressionada como muitas pessoas tinham um enorme carinho e respeito pelo Sérgio, pessoas eternamente gratas pelos cuidados com as suas famílias e vidas. Conhecendo-o pude perceber que Sérgio foi uma pessoa que impressionava pela sua enorme capacidade em servir. Sempre organizava tudo com antecedência, de almoços a viagens. Se ele ou alguém da família precisava fazer algo importante, ele sempre visitava os lugares antes para evitar imprevistos. Uma pessoa extremamente profissional, ética e do bem, nunca sabíamos de seus pacientes por ele, e sim pelas histórias das próprias pessoas que foram cuidadas por ele. Detestava que falassem mal das pessoas. Era realmente uma pessoa simples, que não gostava de ostentar, não gostava de aparecer e, em sua simplicidade, se doou demais a vida toda. Foi um avô muito brincalhão e presente, tenho certeza que o convívio entre ele e as meninas deixou a certeza que o amor é a melhor coisa que nós podemos ter uns pelos outros. Posso falar pela nossa pequena família que fomos muito felizes por ter convivido com o Sérgio e sentimos muito a sua falta.
Mariana de Souza Pelais Ozaki
Existem situações que nos fogem da compreensão... Era sábado, 03 de outubro de 2020, e por volta de 11:30h recebi uma mensagem do Sebastião solicitando se eu tinha algum contato com a esposa do Sérgio Ozaki (carinhosamente apelidado de Maizena) para descobrir a veracidade de uma notícia que pairava nas redes sociais. Como eu não gostaria que aquela notícia fosse verdadeira tratei de buscar uma publicação que tínhamos em conjunto, dos tempos em que ela cursou disciplinas de pós-graduação, em nível de mestrado, na UNICAMP, para obter o nome completo da Lúcia. Na busca pela publicação encontrei o correio eletrônico, da época, mas por outro artigo publicado, mais recente, vi que o correio eletrônico havia mudado. De posse dele ia enviar uma mensagem para fazer a verificação, mas, nesse interim, as amigas do Grupo Esposas/Médicas da Turma XXI já haviam obtido a confirmação da triste notícia do falecimento do Sérgio. Mesmo assim fiz o primeiro contato com a Lúcia, por volta de 14:00h. Relatei que tinha acabado de saber a triste notícia do falecimento do Sérgio e que, infelizmente, devido a tantas adversidades ocorrendo em nossas vidas e, para completar o isolamento social, a pandemia, a gente não se encontrava há algum tempo! Que DEUS em sua misericórdia infinita lhe desse o conforto necessário para atravessar esta triste fase, junto aos seus filhos! E que, de alguma forma, eu havia rezado por ele pois, todos os dias, em minhas orações rezo para os que estão internados e para os que cuidam dos que estão internados... ele permanece em minhas orações! E deixei o meu contato caso ela quisesse ou precisasse de algo. Na mesma tarde ela se manifestou, por volta de 16:00h, agradecendo a mensagem pelo conforto que a mesma trazia. E mencionou que: “realmente era um momento muito difícil, mas o Sérgio era um ser humano muito especial, uma fonte de inspiração para nós. Temos certeza que ele já se encontra na presença de Deus, olhando por nós. Um grande abraço e muitas saudades de você e dos meus tempos de mestrado na Unicamp. Foi especial. Muito obrigada. ” Diante desse fato, Sebastião e eu estávamos inconformados e passamos a tarde trocando mensagens, para saber o que poderíamos fazer pela família do Sergio e também para amenizar as nossas angústias diante de tão lamentável perda. No início da noite ele enviou um depoimento sobre o amigo, nos tempos de faculdade, e, como apreciei muito, solicitei a autorização para compartilhá-lo com a família, pois achei que a Lúcia e filhos ficariam contentes em saber: “Sinto muito a perda do Maizena ... Foi meu vizinho de quarto na Casa do Estudante e meu companheiro de bebedeiras e voltas à pé do bar ‘Três Garçons’ até a Faculdade (ele não tinha carro na época) ... Um japonês diferente ... Mais alto que a média, bom de copo, só gostava de brasileiras e um detalhe: NUNCA o vi triste ou mal humorado ... Sempre risonho e contando coisas engraçadas ... Mas, é isto ... A vida é curta e acaba ... Ele sempre foi um dos meus melhores e mais divertidos amigos da Turma.... Fiquei muito triste!!!” A Lúcia também considerou lindo o depoimento, e acrescentou: “Conhecendo o Sérgio, sei que ele ficaria encabulado, achando que não merecia tudo isso! Agradeça ao Sebastião pelo depoimento inspirado e que muito nos alegra, pois faz parte de um passado muito feliz deles. Vou mostrar para meus filhos. Eles ficarão emocionados. E agradeço mais uma vez por ter se preocupado comigo, e ter se esforçado para me encontrar. Achei muito carinhoso ter me enviado as fotos. Saudades.” Assim continuamos nos comunicando e fui repassando para a Lúcia algumas mensagens que o Sebastião recebia, destaquei esta do Ermeson: “Ele era um dos colegas que foi uma UNANIMIDADE na Turma. Todos gostavam dele...”. Comentei que os amigos/colegas estavam se abrindo e manifestando sobre o seu companheiro admirável, por quem sempre nutrimos grande carinho e admiração. No dia 07 de outubro 2020, o Sebastião recebeu uma mensagem do CREMESP, na qual eles solicitavam informações de médicos que haviam falecido de COVID para prestarem homenagem no Dia do Médico, 18 de outubro, e ele encaminhou o nome do Sérgio. Novamente repassei os informes para a Lúcia e ela enviou as documentações solicitadas ao CREMESP junto com a autorização do uso da imagem. Desta forma ele foi homenageado no Dia do Médico! Para nossa alegria, no dia 18 de outubro, às 21:16h eu recebi, no meu correio eletrônico, essa mensagem que nos encantou: “Sou Veridiana, filha da Lúcia e do Sérgio Ozaki. Tomei a liberdade de escrever para você, pois gostaria muito de agradecê-la e ao Dr. Sebastião por terem nos avisado da homenagem do CREMESP aos médicos falecidos por COVID. Foi muito linda a homenagem. Mamãe também nos mostrou as mensagens de colegas da turma sobre meu pai, que você encaminhou a ela. A do Dr. Sebastião me emocionou muito, pois meu pai era exatamente da forma como ele o descreveu. Aqueceu e confortou meu coração. Obrigada pelo carinho pela minha mãe. Obrigada de coração! Queria muito lhe escrever e agradecer. É isso...” Em seguida eu respondi à mensagem da filha do grande amigo que havia partido... “Oi, Veridiana! Fiquei muito contente em receber sua mensagem! E por verificar que um gesto que temíamos não ser bem recebido, por vocês, pelo momento que estão atravessando, surtiu uma linda homenagem! Mas, por tudo que o seu pai significa para nós... poder indicar o nome dele nas homenagens foi o mínimo que poderíamos fazer neste momento tão triste de tão lamentável perda! Fique à vontade para se comunicar comigo e com o Sebastião... Concordo com você... quando o Sebastião enviou a mensagem sobre o seu pai eu também gostei e pedi-lhe autorização para enviar para a sua mãe... ou seja, vocês mereciam saber um pedacinho da vida do Sérgio estudante e saiba que o Sebastião sempre me conta as peripécias deles”... Deixei o número do meu celular e o do Sebastião para contatos, incluindo o WhatsApp, também, caso precisasse! E, reiterei que pela manifestação dela tivemos um feedback muito importante para mim e para o Sebastião, pois já havia repassado para ele. Uma vez que os nossos sentimentos, em meio às impossibilidades de estarmos próximos da família devido ao isolamento social/confinamento, e que a perda por si só já era um fato muito sofrível e, acrescido a isso, em meio à pandemia não poder realizar o ritual de despedidas do ente querido, como também não poder dar um suporte a eles, naquele momento tão difícil de atravessar a perda do ente querido, nos causou uma somatória de desalento e comoção. E foi dessa forma que iniciamos as nossas conversas virtualmente, com a filha Veridiana, de Sérgio & Lúcia. Sebastião e eu estamos encantados com a delicadeza e a maravilhosa pessoa que ela é, e nos confortamos em minimizar a saudade do grande amigo!!! Parabéns pela filha!!! Destaco também que a manifestação da Lúcia foi um feedback de conforto: “Sou muito grata por todo o apoio que nos deu. Tenha certeza que ele nos ajudou a ultrapassar o momento triste que vivemos. A Veridiana se sentiu muito confortada por você e pelo Sebastião. Então, só desejo que Deus venha em seu auxílio e lhe dê o conforto e a paz para viver esse momento.” Agora era ela me confortando, pois, também tive a perda de um ente querido, o meu pai, em março pp. Em abril/2021 recebi uma mensagem da Veridiana na qual ela me contava que a ideia semeada no início de dezembro havia se concretizado, ou seja, a sugestão da elaboração de um memorial virtual já era realidade e me enviou o link do site: www.memorialsergioozaki.com.br. Imediatamente, eu fiz a divulgação entre os amigos. Em maio, numa outra troca de mensagens, ela se disse muito feliz com as mensagens e fotos que tem recebido e está amando o memorial do papai. Respondi que eu estava muito agradecida e emocionada pela concretização dessa homenagem para ele! E, recebi um emocionante testemunho, que “a sugestão fez toda a diferença e que foi muito consolador” para ela! Para mim, só em saber que esta sugestão deu este resultado tão positivo já me sinto em PAZ! E, como nesta vida “nada é por acaso”, contei à Veridiana uma passagem de como conheci o pai dela, no Centro Cirúrgico do HC-FMRP... Eu era aluna do 4º ano de enfermagem e ele residente de cirurgia (R1), antes de iniciar o namoro com o Sebastião, sem saber que eles eram amigos. E desses contatos de trabalho, no ambiente do centro cirúrgico, ficamos amigos. Mas, o mais interessante foi um fato que ocorreu durante a nossa participação em um Curso de Atualização sobre Trauma, em outubro de 1978, no Anfiteatro do antigo HC, na cidade, e que me faz até hoje sentir que fui, um pouquinho, responsável pela união de Sérgio & Lúcia... Isto porque, no intervalo do Evento, nós estávamos conversando, e na ocasião eu já estava namorando o Sebastião, e ele me pediu “que arrumasse uma namorada para ele”. Ao fazer um giro e olhar as moças presentes na plateia, me deparei com a Lúcia, junto com a amiga dela Janice, sentadas na parte do fundo do Anfiteatro, e apontei que ela seria uma boa candidata. Só que daquele momento em diante eu nunca mais soube se o início do namoro foi logo ou não, ou se a conquista foi demorada. A Lúcia era, creio eu, duas turmas depois da minha e o envolvimento com minha formatura e em seguida o casamento fez com que eu perdesse o contato com eles. Mas, depois de um tempo, quando vi a concretização pelo enlace matrimonial deles, eu me senti o cupido dessa união. E, sempre que o encontrava, eu brincava com ele dizendo que de uma situação que eu pensei em ser uma brincadeira tivesse o resultado lindo que teve. Eu só conhecia a Lúcia de vista, pelos corredores da faculdade, não éramos amigas. Nunca soube se ele havia comentado com ela. Da somatória das histórias que ele teve com o Sebastião e comigo só podemos agradecer a oportunidade de termos convivido com uma pessoa ímpar. Embora ainda não nos conheçamos pessoalmente, sinto como se eu e a Veridiana já fôssemos amigas de longa data. E, enquanto estamos aqui, buscamos eternizar o legado do seu pai, que mesmo ausente, fisicamente, nos aproximou num momento difícil de várias formas.... Pelas perdas e pela pandemia que deixa tudo mais difícil, até um simples abraço somos impedidos de praticar... E não tenho dúvidas que ele nos aproximou!!! E o Sérgio sempre estava conosco nos Encontros da Turma XXI da Faculdade de Medicina da USP-RP, que participamos.
Dra. Izilda Esmenia Muglia Araujo
Em homenagem aos médicos que perderam suas vidas na luta contra a covid-19 e também a todos os profissionais de saúde que continuam atuando no enfrentamento da doença, o Cremesp reuniu diversas fotos enviadas por meio da campanha #OMEUOBRIGADO e do evento relativo aos 50 anos de exercício ético da Medicina, e criou, a partir delas, a imagem da capa da edição nº 93, ano XXIII, out.nov.dez. 2020 da Ser Médico.
Esta revista foi carinhosamente enviada pela minha amiga e médica, Dra. Athina Hetiene de Oliveira Irineu. Gratidão!
CREMESP
Na minha primeira gravidez todos estavam ansiosos para saber se era um menino. E todos nós nos olhando, vendo Dr. Sérgio muito feliz, dizendo que era um menino. Acompanhou também, o nascimento de dois filhos, momento que ele compartilhou de uma imensa alegria para nós. Tenho várias histórias com ele. Além de ele ser um grande companheiro de trabalho de minha mãe no Cocais, foi meu médico desde a adolescência até às minhas gestações! No primeiro parto, a bolsa estourou. Eu lembro que ele havia acabado de chegar de viagem. Ele com toda sua calma, me disse para ir ao hospital que ele já estava ligando para lá. Eu muito nervosa fui para lá, e ele, com muita calma me atendeu e meu primeiro filho nasceu em suas mãos. 🙏
Andreia Constantino
Olá, Veridiana! Hoje será um dia de muitas homenagem ao nosso querido e saudoso Sérgio, seu pai! Fiz um vídeo para homenagea-lo!!! Nossa eterna saudade!!!
Mensagem da querida Profª Drª Izilda Esmenia Muglia Araujo